Meus TOP FIVE de 2010:
Fim de ano, época de lembra o que de melhor passou neste 2010 que já está se acabando, vamos então as famosasa listas de final de ano:
O meu primeiro "TOP" não vai ser um TOP FIVE mas um TOP TEN:
TOP FIVE - As músicas de 2010:
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1 - Cee Lo Green - Fuck You
2 - Arcad Fire - Modern Man
3 - Kid Cudy - Make Her Say
4 - MGMT - Brian Eno
5 - Of Montreal - Coquete Coquette
6 - Groove Armada - Paper Romance
7 - Duck Sauce - Barbara Streissend
8 - Bag Raiders - Sunlight
9 - Chromeo - Hot Mess e Night by Night
10 - Scissors Sisters - Invisible Light
TOP FIVE - Os filmes de 2010:
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1 - Scott Pilgrim vs The World (muito bom, muito bom mesmo!!!)
2 - Tron - The Legacy
3 - A Origem
4 - Moon the Movie (era de 2009, mas eu só assisti esse ano)
5 - Alice no País das Maravilhas
TOP FIVE - Shows que fui:
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1 - Moby
2 - Cranberries
2 - Porão do Rock (destacando aqui, Pato Fu, She Wants Revenge e Autoramas)
3 - Vanguart
4 - Pet Shop Boys
TOP FIVE - Shows que NÃO fui, (mas me disseram que foi bom):
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1 - Franz Ferdinand - Brasília
2 - Green Day - Brasília
3 - Scorpions - Brasília
4 - CJ Ramone e Marky Ramone´s Blitzkrieg - Brasilia
5 - SWU Festival - SP (esse eu realmetne decidi não ir, pois sabia que ia ser meio bagunçado e tumultuado)
Bom, por enquanto esses são as minhas listas...
Ano que vem tem mais.
Produtor Cultural INdependente
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Inscrições abertas para Programa Film Business School - Latin America 2010
Inscrições abertas para Programa Film Business School - Latin America 2010
11 de agosto de 2010 (Uncategorized)
Programa Intensivo de Treinamento Audiovisual consagrado na Europa faz sua 2ª edição no Brasil
O CIMA – Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente e o LATC – Latin American Training Center / Centro Latino-Americano de Treinamento e Assessoria Audiovisual, em parceria com a Fundação Media Business School (MBS) da Espanha e o Festival do Rio, têm o prazer de anunciar a abertura de inscrições para o Film Business School Latin America 2010 (FBS-LA), que acontecerá de 2 a 5 de outubro na cidade do Rio de Janeiro. Este é o segundo ano consecutivo em que o FBS-LA é realizado no Rio.
O FBS-LA é um programa de treinamento intensivo de quatro dias de duração aberto a até 25 profissionais de todo o Brasil, América Latina e Europa. O curso é designado a acelerar e aperfeiçoar a carreira de produtores e executivos de cinema envolvidos no desenvolvimento de longas-metragens e documentários independentes e a potencializar seus projetos para o mercado internacional. Seu diferencial é ter como ênfase o desafio de se conseguir financiamento para co-produções entre Europa e América Latina, buscando examinar as estruturas legais e comerciais relacionadas a esse processo. Sua metodologia se baseia na apresentação de um projeto por cada participante, a ser trabalhado durante o curso sob a tutela de profissionais altamente qualificados de ambas as regiões.
Para esta edição, já estão confirmados o produtor Juan Gordon, da Morena Films (Espanha), o expert em novas mídias Frederik Stege, da Trust Nordisk (Dinamarca), a produtora Walkiria Barbosa, da Total Entertainment (Brasil), o conceituado advogado de entretenimento Peter Dally, da New Media Law (Reino Unido), a especialista em estratégias de financiamento Renate Roginas, da Villa Kult (Alemanha) e a expert em técnicas de comunicação Amilia Burrage, que ministra a conferência e o treinamento “The Art of the Pitch”, direcionado a orientar os participantes com as melhores técnicas para fazer o pitching de seus projetos.
Para participar do programa, os alunos devem possuir pelo menos 2 anos de experiência na produção de filmes de ficção ou documentários. As atividades - workshops, estudos de casos, sessões tutorias e palestras - serão ministradas em inglês. O investimento de 500 euros inclui hospedagem, alimentação, transporte terrestre, seguro e material didático. Passagens aéreas não estão incluídas na taxa de inscrição, que pode ser feita através do site do MBS até o dia 6 de setembro.
O FBS-LA é realizado através de uma parceria entre o CIMA – Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (Brasil), o LATC – Centro Latino-Americano de Treinamento e Assessoria Audiovisual (Brasil), a Fundação Media Business School (Espanha), e o Festival do Rio, e conta com o apoio do Programa MEDIA International da União Européia, do Programa IBERMEDIA e da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura do Brasil, através do Fundo Nacional de Cultura.
Mais informações, entre em contato:
Laura Almellones (MSB) – fbs@mediaschool.org
Fernanda Lima (LATC) – fernanda.latc@gmail.com
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11 de agosto de 2010 (Uncategorized)
Programa Intensivo de Treinamento Audiovisual consagrado na Europa faz sua 2ª edição no Brasil
O CIMA – Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente e o LATC – Latin American Training Center / Centro Latino-Americano de Treinamento e Assessoria Audiovisual, em parceria com a Fundação Media Business School (MBS) da Espanha e o Festival do Rio, têm o prazer de anunciar a abertura de inscrições para o Film Business School Latin America 2010 (FBS-LA), que acontecerá de 2 a 5 de outubro na cidade do Rio de Janeiro. Este é o segundo ano consecutivo em que o FBS-LA é realizado no Rio.
O FBS-LA é um programa de treinamento intensivo de quatro dias de duração aberto a até 25 profissionais de todo o Brasil, América Latina e Europa. O curso é designado a acelerar e aperfeiçoar a carreira de produtores e executivos de cinema envolvidos no desenvolvimento de longas-metragens e documentários independentes e a potencializar seus projetos para o mercado internacional. Seu diferencial é ter como ênfase o desafio de se conseguir financiamento para co-produções entre Europa e América Latina, buscando examinar as estruturas legais e comerciais relacionadas a esse processo. Sua metodologia se baseia na apresentação de um projeto por cada participante, a ser trabalhado durante o curso sob a tutela de profissionais altamente qualificados de ambas as regiões.
Para esta edição, já estão confirmados o produtor Juan Gordon, da Morena Films (Espanha), o expert em novas mídias Frederik Stege, da Trust Nordisk (Dinamarca), a produtora Walkiria Barbosa, da Total Entertainment (Brasil), o conceituado advogado de entretenimento Peter Dally, da New Media Law (Reino Unido), a especialista em estratégias de financiamento Renate Roginas, da Villa Kult (Alemanha) e a expert em técnicas de comunicação Amilia Burrage, que ministra a conferência e o treinamento “The Art of the Pitch”, direcionado a orientar os participantes com as melhores técnicas para fazer o pitching de seus projetos.
Para participar do programa, os alunos devem possuir pelo menos 2 anos de experiência na produção de filmes de ficção ou documentários. As atividades - workshops, estudos de casos, sessões tutorias e palestras - serão ministradas em inglês. O investimento de 500 euros inclui hospedagem, alimentação, transporte terrestre, seguro e material didático. Passagens aéreas não estão incluídas na taxa de inscrição, que pode ser feita através do site do MBS até o dia 6 de setembro.
O FBS-LA é realizado através de uma parceria entre o CIMA – Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (Brasil), o LATC – Centro Latino-Americano de Treinamento e Assessoria Audiovisual (Brasil), a Fundação Media Business School (Espanha), e o Festival do Rio, e conta com o apoio do Programa MEDIA International da União Européia, do Programa IBERMEDIA e da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura do Brasil, através do Fundo Nacional de Cultura.
Mais informações, entre em contato:
Laura Almellones (MSB) – fbs@mediaschool.org
Fernanda Lima (LATC) – fernanda.latc@gmail.com
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
NÃO-PIADAS SOBRE DESIGNERS
06/Oct/2010
Não-piadas com designers
O tempo passa e cada vez mais surgem piadas “do mundo dos designers”. Inclusive até como se nós fizéssemos parte desse outro “mundo”. E o mais curioso, são os próprios designers que fazem essas piadas e repassam, via todas as redes sociais, email, papo de boteco, tudo. E sempre rodam em torno dos mesmos assuntos: baixos salários, comportamento geek (como se ser designer fosse algo geek), trabalhar pelas madrugadas a troco de nada, parentes que não sabem o que ele faz e um certo autismo, já que os próprios designers se vêem como pessoas de um mundo próprio. Aí entra outra questão importantíssima: E os profissionais de marketing, jornalismo, fotografia e todos os outros que também lêem todas essas “piadas”, como ficam? Será que todos entendem a ironia? Duvido. E cada vez que aparece um “ganhar pouco mas se divertir” aumentam mais as chances deles pensarem que com qualquer trocado o designer trabalha. Aí oferecem uma merreca anti-ética por um trabalho e o designer, como tá acostumado a aceitar e se orgulhar disso, topa fazer. E fala de novo. E outros ouvem ou lêem. E tudo se repete pra sempre.
Tem um mês que vi um panfleto que entrou na lista de impressos mais infelizes que já vi, e era de uma das maiores construtoras do Brasil, oferecendo apartamentos a partir de R$ 600.000. É, R$ 600.000 por um ap e não querem gastar R$ 2.000 ou R$ 3.000 pra um freela decente fazer. E aí depois vem gente defendendo a regulamentação da profissão, o ensino do design, cursos e afins, como se isso resolvesse. Até podemos ter problemas macro, mas antes precisamos resolver os problemas micro, de cada profissional.
Defender e propagar esse tipo de coisa é até contra um procedimento de pesquisa de design, que deveríamos saber de cor. Quando começamos um projeto, não temos que pegar referências, ver quais são os melhores benchmarks? Então… Quem reclama dessas coisas, tem quais “designers como benchmarks”? Sério… Dos que eu tenho, nenhum é desse jeito. Paula Scher, Ellen Lupton (veja os posts), Roger Black, Ian White, John Maeda (veja os posts), Sagmeister, Claudio Rocha (veja os posts) , Alexandre Wollner (veja os posts), Claudio Ferlauto (veja os posts), Marcos Mello (veja os posts), Alceu Nunes, Gustavo Piqueira (veja os posts), Hugo Kovadloff. Pergunto de novo: algum deles é esse estereótipo “lunático-geek-autista”? Também respondo: Não.
E se invés dessas bobagens todas, nós designers que pretendemos dar valor à profissão, mostrássemos quão importante podemos ser num projeto? Que tal mostrar como temos visão apurada e holística, interdisciplinar e requerida nos redesenhos disso ou daquilo? Talvez inclusive podemos provar. É só ler jornais ou revistas. O que não faltam são pesquisas que demonstram o design como profissão da próxima década e os motivos disso. E o design estratégico (design thinking), ninguém vai falar nada a respeito?
Então aí vou eu, listar não-piadas de designers. Espero que não sejam engraçadas. Ser designer é:
1. Valorizar tanto o novo como o antigo e saber pegar o que tem de mais legal em cada na hora certa e pra cada aplicação
2. Dar soluções para problemas ambientais com projetos de sustentabilidade
3. Melhorar a ergonomia e quebrar paradigmas que podem ajudar as pessoas a terem menos contusões no trabalho
4. Transformar um supertexto em um “supertexto que dê supervontade de ler”
5. Dar valor aos produtos, sejam eles quais forem, com bom gosto e visual impecável
6. Poder fazer projetos pessoais e sociais que envolvem comunicação e educação
7. Estar um passo a frente por trabalhar com diversas áreas interligadas
8. Ter o cinema, teatro, exposições de arte, literatura e muitas outras “formas de diversão” como referência para trabalhar melhor
9. Usar o design estratégico para guiar um projeto, unindo intuição e algoritmos, alcançando resultados diferentes dos convencionais
10. Tornar tudo mais bonito, usável e agradável, dentro das especificações necessárias para cada um desses projetos
11. Fazer com que um livro seja mais agradável de segurar, carregar e principalmente de ler
12. Criar a identidade pra uma revista que atraia a atenção e desperte vontade nas pessoas em ler e, decerto, ganhar mais conhecimento
E você? Tem alguma não-piada de designer? Deixe nos comentários, por favor.
(veja os posts)Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (7) Comentários
Originalmente em:
http://designices.com/nao-piadas-com-designers/
Links dos POSTS:
http://designices.com/tag/ellen-lupton/
http://designices.com/tag/john-maeda/
http://designices.com/tag/claudio-rocha/
http://designices.com/tag/alexandre-wollner/
http://designices.com/tag/claudio-ferlauto/
http://designices.com/tag/marcos-mello/
http://designices.com/tag/gustavo-piqueira/
O mesmo texto também está em meus outros blogs:
www.agoratudojuntoemisturado.blogspot.com
www.discutindodesignnobrasil.blogspot.com
www.careddesign.blogspot.com
Não-piadas com designers
O tempo passa e cada vez mais surgem piadas “do mundo dos designers”. Inclusive até como se nós fizéssemos parte desse outro “mundo”. E o mais curioso, são os próprios designers que fazem essas piadas e repassam, via todas as redes sociais, email, papo de boteco, tudo. E sempre rodam em torno dos mesmos assuntos: baixos salários, comportamento geek (como se ser designer fosse algo geek), trabalhar pelas madrugadas a troco de nada, parentes que não sabem o que ele faz e um certo autismo, já que os próprios designers se vêem como pessoas de um mundo próprio. Aí entra outra questão importantíssima: E os profissionais de marketing, jornalismo, fotografia e todos os outros que também lêem todas essas “piadas”, como ficam? Será que todos entendem a ironia? Duvido. E cada vez que aparece um “ganhar pouco mas se divertir” aumentam mais as chances deles pensarem que com qualquer trocado o designer trabalha. Aí oferecem uma merreca anti-ética por um trabalho e o designer, como tá acostumado a aceitar e se orgulhar disso, topa fazer. E fala de novo. E outros ouvem ou lêem. E tudo se repete pra sempre.
Tem um mês que vi um panfleto que entrou na lista de impressos mais infelizes que já vi, e era de uma das maiores construtoras do Brasil, oferecendo apartamentos a partir de R$ 600.000. É, R$ 600.000 por um ap e não querem gastar R$ 2.000 ou R$ 3.000 pra um freela decente fazer. E aí depois vem gente defendendo a regulamentação da profissão, o ensino do design, cursos e afins, como se isso resolvesse. Até podemos ter problemas macro, mas antes precisamos resolver os problemas micro, de cada profissional.
Defender e propagar esse tipo de coisa é até contra um procedimento de pesquisa de design, que deveríamos saber de cor. Quando começamos um projeto, não temos que pegar referências, ver quais são os melhores benchmarks? Então… Quem reclama dessas coisas, tem quais “designers como benchmarks”? Sério… Dos que eu tenho, nenhum é desse jeito. Paula Scher, Ellen Lupton (veja os posts), Roger Black, Ian White, John Maeda (veja os posts), Sagmeister, Claudio Rocha (veja os posts) , Alexandre Wollner (veja os posts), Claudio Ferlauto (veja os posts), Marcos Mello (veja os posts), Alceu Nunes, Gustavo Piqueira (veja os posts), Hugo Kovadloff. Pergunto de novo: algum deles é esse estereótipo “lunático-geek-autista”? Também respondo: Não.
E se invés dessas bobagens todas, nós designers que pretendemos dar valor à profissão, mostrássemos quão importante podemos ser num projeto? Que tal mostrar como temos visão apurada e holística, interdisciplinar e requerida nos redesenhos disso ou daquilo? Talvez inclusive podemos provar. É só ler jornais ou revistas. O que não faltam são pesquisas que demonstram o design como profissão da próxima década e os motivos disso. E o design estratégico (design thinking), ninguém vai falar nada a respeito?
Então aí vou eu, listar não-piadas de designers. Espero que não sejam engraçadas. Ser designer é:
1. Valorizar tanto o novo como o antigo e saber pegar o que tem de mais legal em cada na hora certa e pra cada aplicação
2. Dar soluções para problemas ambientais com projetos de sustentabilidade
3. Melhorar a ergonomia e quebrar paradigmas que podem ajudar as pessoas a terem menos contusões no trabalho
4. Transformar um supertexto em um “supertexto que dê supervontade de ler”
5. Dar valor aos produtos, sejam eles quais forem, com bom gosto e visual impecável
6. Poder fazer projetos pessoais e sociais que envolvem comunicação e educação
7. Estar um passo a frente por trabalhar com diversas áreas interligadas
8. Ter o cinema, teatro, exposições de arte, literatura e muitas outras “formas de diversão” como referência para trabalhar melhor
9. Usar o design estratégico para guiar um projeto, unindo intuição e algoritmos, alcançando resultados diferentes dos convencionais
10. Tornar tudo mais bonito, usável e agradável, dentro das especificações necessárias para cada um desses projetos
11. Fazer com que um livro seja mais agradável de segurar, carregar e principalmente de ler
12. Criar a identidade pra uma revista que atraia a atenção e desperte vontade nas pessoas em ler e, decerto, ganhar mais conhecimento
E você? Tem alguma não-piada de designer? Deixe nos comentários, por favor.
(veja os posts)Postado por Rogério Fratin em Designice e tem (7) Comentários
Originalmente em:
http://designices.com/nao-piadas-com-designers/
Links dos POSTS:
http://designices.com/tag/ellen-lupton/
http://designices.com/tag/john-maeda/
http://designices.com/tag/claudio-rocha/
http://designices.com/tag/alexandre-wollner/
http://designices.com/tag/claudio-ferlauto/
http://designices.com/tag/marcos-mello/
http://designices.com/tag/gustavo-piqueira/
O mesmo texto também está em meus outros blogs:
www.agoratudojuntoemisturado.blogspot.com
www.discutindodesignnobrasil.blogspot.com
www.careddesign.blogspot.com
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Produção Cultural não é nada fácil!!!
Produção Cultural não é nada fácil!!!
Mas ainda há uma luz no fim do túnel e geralmente são várias luzes, vários holofotes e o brilho do sucesso que se quer alcançar.
Bruno Cared
Mas ainda há uma luz no fim do túnel e geralmente são várias luzes, vários holofotes e o brilho do sucesso que se quer alcançar.
Bruno Cared
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